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Doença de Alzheimer

setembro 21, 2022

O dia 21 setembro é comemorado o Dia mundial do Alzheimer, marcado pela necessidade de conscientização sobre a prevenção e diagnóstico precoce dessa doença que acomete cada vez mais pessoas em idade avançada.

Mas o que é a Doença de Alzheimer?

É uma doença ocasionada pela morte de células cerebrais. Caracterizada pelo neuropatologista alemão Alois Alzheimer, em 1907, como uma demência neurodegenerativa e irreversível.

Neurodegenerativa por acometer o sistema nervoso causando morte de neurônios que não se regeneram nem se multiplicam. Tais neurônios estão localizados em regiões responsáveis pela fala e por outras funções cognitivas, que resultam na deficiência progressiva e numa eventual incapacitação.

Segundo o Relatório da Associação Internacional de Alzheimer de 2021, estima-se que a prevalência global de demência deve triplicar para mais de 152 milhões até 2050.

Como começa as manifestações?

O primeiro sintoma é caracterizado pela perda progressiva da memória recente, esquecendo atividades rotineiras. por exemplo. O avanço da doença traz deterioração de outras funções cognitivas, causando ao portador dificuldades em utilizar objetos comuns, em fazer cálculos matemáticos, e até na sua fluência verbal.

A fraqueza motora não é observada, apesar da contratura muscular ser uma característica quase universal do estágio avançado dessa doença.

Além desses sintomas há alguns distúrbios comportamentais que são desenvolvidos com o avançar da doença, como agressividade, alucinações, hiperatividade, irritabilidade e depressão.

Qual o tempo de vida de uma pessoa com Alzheimer?

O tempo de vida após o diagnostico varia de pessoa para pessoa, pois cada individualidade deve ser levada em consideração. Já o curso da doença varia entre 5 e 10 anos e a redução da expectativa de vida fica em torno de 50%.

Pessoas com mais de 60 anos possuem uma maior predisposição para desenvolver o Alzheimer, mas isso não significa que não há incidências com idades inferiores. Em sua maioria o acometimento precoce vem da recorrência familiar, mas independentemente da idade, a demência é a mesma.

Saúde mental dos idosos: vamos falar sobre isso? - Saúde em Pauta -  Institucional
Fonte: unimed.coop.br

Quais são as fases da doença de Alzheimer?

Ela é dividida em três estágios:

  • O inicial que é caracterizado como leve, não possui limitações físicas tendo apenas lapsos de memória nos quais dificulta a sua rotina.
  • Com a progressão da doença seguimos para o estágio moderado, este pode se estender por anos. O portador começa a sentir dificuldade em nomear objetos, expressar ideias, podendo desenvolver afasia e apraxia.
  • O estágio avançado é classificado como estágio terminal da doença, onde há alterações no ciclo do sono, sintomas psicóticos e alterações comportamentais, como irritação e agressividade. Possuem dificuldade na locomoção e no autocuidado.

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No mal de Alzheimer, quando há contraturas musculares, as limitações nas execuções das atividades diárias são inúmeras e a utilização de órteses facilitam a rotina, dando mais liberdade e funcionalidade ao portador.

Se tratando de um paciente com limitações na rotina e no autocuidado, uma órtese leve, arejada, que pode molhar acaba se tornando indispensável. E é tudo isso que as órteses da Fix it entregam, uma experiência única e indispensável.

Doença de Alzheimer 1
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Referências

SMITH, Marília. Doença de Alzheimer. Revista Brasileira de Psiquiatria, [S. l.], p. 1-5, 1 out. 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbp/a/DbpBDqKVTnsfyF3HHTDCkNN/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 21 jun. 2022.

MOURA, Priscila et al. As fases da doença de Alzheimer e os cuidados necessários a serem implementados pelo cuidador. Revista Interdisciplinar do Pensamento Científico, [S. l.], ano 2015, v. 1, n. 2, p. 189-288, 13 dez. 2015. DOI http://dx.doi.org/10.20951/2446-6778/v1n2a13. Disponível em: http://reinpeconline.com.br/index.php/reinpec/article/view/88/51. Acesso em: 21 jun. 2022.

ZIDAN, Melissa et al. Motor and functional changes in different stages of Alzheimer’s disease. Archives of Clinical Psychiatry, Scielo, ano 2012, p. 1-5, 9 dez. 2012. DOI https://doi.org/10.1590/S0101-60832012000500003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rpc/a/qJgc5cdK6PCXfKgSM9dFrMk/?lang=en. Acesso em: 21 jun. 2022.

DADALTO, Eliane et al. The place of family caregivers for older adults with Alzheimer’s disease: a literature review in Brazil and the United States. Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Espírito Santo, Scielo, p. 1-12, 9 out. 2020. DOI 10.1590/1413-81232020261.38482020. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csc/2021.v26n1/147-157/pt. Acesso em: 21 jun. 2022.

SERENIKI, Adriana et al. A doença de Alzheimer: aspectos fisiopatológicos e farmacológicos. Revista Psiquiatria RS, Scielo, p. 1-17, 4 jan. 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rprs/a/LNQzKPVKxLSsjbTnBCps4XM/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 21 jun. 2022.

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